Versão Impressa

Opinião Universitária

Desabafo
foto

A cultura eletrônica em Brasília é uma das mais fortes do Brasil e é bem conhecida pelo resto do país, porém, os artistas locais sofrem com djs que começaram a tocar ontem e faz tudo no evento, menos tocar, o papel do DJ é tocar e fazer a pista ferver e não divulgar ou qualquer outro tipo de serviço, se um DJ oferece todos esses atributos desconfie do seu trabalho.


Jurandir de Souza Brito Júnior - 10/3/2010

foto

A mulher é uma mentira andando. Se lavar e esperar secar, descobrimos sua verdadeira beleza.


Wellington Résio - 10/3/2010

foto

Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.


Gabriella Oliveira e Rodrigues - 10/3/2010

foto

 Preconceito...
   É feio, é pequeno, é medíocre...
   Quantas vezes temos que conviver com essa maneira tão vazia de ver o próximo, de ver seus sentimentos e suas escolhas... As pessoas são vítimas constantes de pressão psicológica para serem como os outros querem que sejam e isso não traz nada, não melhora o mundo, a cidade, o bairro que se mora, apenas mostra que a sociedade impõe limites ao livre arbítrio que de livre, só o nome... A maneira como as pessoas amam deveria ser priorizada, são escolhas da vida... A maneira como se vestem é nada mais que sua identidade... O lugar onde vivem depende das condições que tenham e os direitos que lhes cabem, deveriam ser respeitados, nunca menosprezados.
   O preconceito é frustrante, é a pior forma de dizer que você não se parece com ninguém, quando que na verdade, o diferente é aquele que não te respeita, aquele que "rouba" os seus sonhos simplesmente por acharem que são poucos. Nada justifica o "não aceitar" uma pessoa, suas ideias, sua identidade, a vida de verdade só é vivida quando nos expressamos, quando estamos sem as máscaras, quando pouco nos importamos com quem seja o outro sem nunca esquecer que esse outro é tão livre como você...!


Lisia Souto - 2/9/2009

foto
Qual será a herança que a juventude dos dias de hoje (geração da internet) cultivará? Cada vez mais os jovens se isolam em grupos específicos e se comunicam majoritariamente por meios virtuais. O ambiente familiar por muitas vezes se torna hostil, pois os pais estão fora de casa buscando aquisições financeiras e materiais. As amizades são superficiais, alimentadas por bebidas e drogas e a exposição inútil é motivada por câmeras digitais, piercings e tatuagens sem grandes fundamentos, apenas pelo modismo. A vontade de ser diferente de todos é enorme, mas mal sabem que estão sendo, na verdade, iguais a todos. Claro que não são todos, mas se é pra analisar essa geração, dos nascidos nos anos 90, eu sou bastante pessimista.

Pedro Rafael 8º semestre de Comunicação Social - UnB - 17/8/2009

foto

Quem nunca foi chamado de Dumbo, Pinóquio ou Olívia Palito? Estes apelidos na adolescência são muito comuns na escola, são defeitos que se tornam motivos de chacota e que muitas vezes acaba se tornando um pesadelo na vida dos adolescentes e abalando a auto-estima. Eu já passei por isso na época do colégio, e sempre me achei feia. Hoje tenho 20 anos e  recentemente realizei o meu sonho de colocar prótese de silicone nos seios, deu super certo, e estou muito feliz e com a minha  alto-estima lá em cima. Então, se alguém se sente  mal com sigo mesmo e acha que precisa mudar, não fique com medo, procure um Cirurgião Plástico. Não selecione um nome ao acaso, converse com pessoas que já tenham feito cirurgia plástica, peça referências e tire todas as suas dúvidas sobre o atendimento do médico, sobre o pré e o pós-operatório e os resultados obtidos.

Procure saber se o médico é especialista em cirurgia plástica através do portal  Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

E não tenha medo de ser feliz!


Mileyde Araújo Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo Facitec 6º semestre - 4/8/2009

foto

O Governador Arruda está de parabéns por ajudar mais de dois mil estudantes a entrarem na universidade através do Programa Bolsa Universitária, e eu sou uma das contempladas que com certeza após minha formação serei de grande valor para a cidade.

 


Fernanda Rios, Bolsista, Publicidade, 4º Universidade Católica - 4/8/2009

foto

São poucos os aspectos em que a população do DF está incorporada ao consumo cultural. E quando esse público não tem escolha pela falta de dinheiro, sobra o esforço para poder usufruir, fazendo parte de intermináveis filas nas atividades 0800. É preciso aproximar a cultura da população brasiliense como forma de crescimento e desenvolvimento geral.

 

 


Murilo Campos de Lira Comunicação Social com habilitação em jornalismo 6º - 4/8/2009

Envie sua opinião com nome, e-mail e foto para opiniaouniversitaria@
grupoatualiza.com.br

Busca por data

de
à

Busca por palavra-chave

Vídeos

Manifestao Fora Arruda


+ Vídeos

Newsletter

Cadastre seu e-mail:

Enquete

Você é a favor da descriminalização da maconha:
Sim
Não
Tanto faz


Brasília, 10 de Março de 2010.

Colunistas

Colunistas:
Estou com vergonha da política da minha cidade

Nasci em Brasília e amo minha cidade, e é triste como a corrupção atacou o Distrito Federal nesta semana, colocando a capital do país como a mais corrupta politicamente do Brasil.

Dessa vez ninguém escapou foi o Governador recebendo e distribuindo dinheiro ilícito, o vice- governador, secretários de estados e deputados da câmara legislativa, que por sua vez tem o objetivo de legislar e aprovar as ações do executivo. Porém essa semana nós descobrimos que não funciona bem assim.

 Realmente era muito dinheiro que precisava até guardar dentro das meias, como foi visto nas imagens divulgadas pela justiça. Em nota o governador José Roberto Arruda e o Paulo Octavio ainda querem se declarar vítimas querendo colocar a culpa desse problema todo no governo passado, não que o governo passado não tenha culpa, pois para dizer a verdade também não gosto do governo passado, mas eles se utilizarem disso para se colocarem como vitima, é muita falta de respeito com a população.

É uma vergonha como tantos políticos no qual a população confiou seu voto, mostrou sua verdadeira face. Realmente chegou a hora de discutir ética em nosso país, e ensinar a população a votar em candidatos éticos, e não em candidatos que já vem de uma serie de escândalos como exemplo do governador Arruda que a população acreditou nele mesmo quando ele jurou pelos filhos que era inocente, e mesmo ele renunciando ao senado a população ainda o elege ele governador. Dessa vez acho que ele não vai poder jurar pelos filhos, pois o filho também aparece nas imagens pegando dinheiro.

Chegou a hora da população varrer a política de Brasília, colocando ética e se livrando de políticos que já vem de um histórico de roubos e corrupção. Sou ético só voto em candidato com a ficha limpa.

Levy Brandão, em 30/11/2009 09:03:08

Campanha Ficha Limpa, um grande avanço para o Brasil

No dia 30 de setembro, foi entregue ao Congresso Nacional um grande projeto de lei de iniciativa popular com mais de 1,3 milhões de assinaturas. O PL que trata da vida pregressa dos candidatos foi intitulado Campanha Ficha Limpa do MCCE (Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral).
O PL trata de novos critérios para permitir as candidaturas de políticos, propondo alterações no texto da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, chamada de Lei de Inelegibilidades. De acordo com a Constituição Federal, o Congresso deveria votar matéria que incluísse nessa Lei casos de inelegibilidades baseados na vida pregressa dos candidatos, mas até hoje isso não foi feito. Agora, a sociedade civil que fez por meio da iniciativa popular.
O Projeto de Lei pretende alterar a Lei de Inelegibilidades tornando inelegíveis: As pessoas com condenação em primeira ou única instância por crimes como: racismo, homicídio, estupro, tráfico de drogas e desvio de verbas públicas; e, no caso dos detentores de foro privilegiado, com denúncia recebida por um tribunal; Parlamentares que tenham renunciado para fugir de cassações, pois esse método é extremamente comum; Pessoas condenadas por compra de votos ou uso eleitoral da máquina administrativa.
Caso isso seja aprovado, o Congresso Nacional se renovaria bastante dando um grande avanço para o Brasil. O país iria ter uma melhor classificação no ranking de corrupção mundial.
Afinal, dou parabéns a todos que assinaram esse projeto de iniciativa popular, e fico feliz por esse avanço na política do Brasil. Agora resta saber se este projeto vai ser realmente aprovado pelo Congresso mesmo vendo que isso colocará muitos com a corda no pescoço.
Vamos torcer para conquistar essa vitória e esse PL entrar com sucesso para melhorar a imagem do nosso país.

Levy Brandão, em 13/10/2009 11:00:41

Dos livros que viram best... Best o que?

Histórias instigantes, linguagem simples, leitura fluida e personagens envolventes. Com um leque de atrativos desse porte, dá pra entender porque estes livros são chamados de best-sellers. Os best-sellers são aqueles livros que despontam por meses (e até mesmo anos) nas listas de mais vendidos, engrossando o número de leitores ávidos por histórias indicadas por amigos e enredos que ouviram falar por aí.

O hábito de ler best-sellers não faz mal a ninguém, afinal, para aqueles para quem a leitura é apenas um hobbie, qualquer coisa vale (se até mesmo aqueles livrinhos de histórias de amor à la Sabrina já valeram). Muitas crianças aprendem a gostar de ler justamente por meio de títulos como Harry Potter e Crepúsculo, séries que arrecadam milhões prendendo o interesse do leitor o máximo de tempo possível ou até a exaustão da criatividade do autor.

Mas se a leitura vale à pena como hobbie, por que é que não valeria à pena se aprofundar no que é lazer e acumular um pouquinho do chamado background?

Ler um best-seller é bom e principalmente válido para intercalar leituras pesadas, como a russa. Mas ficar só neles, limitar a leitura apenas aos mais vendidos e fazer vista grossa para a literatura universal, significa deixar de destrinchar um universo riquíssimo de recursos literários que os best, simplesmente não tem.

Na atualidade, quem domina o filão dos mais vendidos são os livros de auto ajuda e motivação profissional (ou as duas coisas, já que na tentativa de vender mais não se sabe ao certo onde termina um e começa o outro, tamanha a mistura que a literatura com cunho comercial já ganhou). Quem é que já não se acostumou a ouvir, de alguém próximo ou espiando uma conversa de rua, que o livro de cabeceira do momento é de Augusto Cury?

Costumo sempre ler antes de criticar, mas se fala tanto nos rios de dinheiro que o autor tem ganhado com a venda de suas “pérolas de sabedoria”, que não me sinto lá muito atraída para me aventurar nesse mundo recheado de bordões do tipo “você é capaz” e “quando você deseja algo o universo conspira a seu favor”.

Vou engrossar a lista dos críticos que quase se contorcem quando alguém chama auto ajuda de literatura ou diz ser aficionado por livros, pois na sua estante não falta Paulo Coelho e afins. Separando bem as caixas, esse universo ficcional criado para ganhar dinheiro eu chamo de subliteratura. E aquilo que precisa ser salvo, redescoberto e resguardado, isso sim é literatura.

Não me sinto das mais atraídas ao pensar que um livro foi feito única e exclusivamente com fins comerciais. Isso significa que escritores de verdade, não queriam ganhar dinheiro com seus livros? Não, não significa não. Claro que eles também intencionavam poder viver com e de arte. Mas o ímpeto da criação artística de um Machado de Assis, José de Alencar, Lima Barreto, não estava somente nas vultuosas somas que iriam ganhar.

Outrora não se ganhava tanto fazendo literatura, cultura e arte. Até hoje nada mudou. Não se ganha dinheiro com literatura, para isso existe a subliteratura, o livro que funciona, que vende, que vai para as listas de mais vendidos, que fica na boca do povo meses seguidos... mas, e a qualidade? Ah, esta já deixou de ser importante nesse setor há muito tempo.

E é aí que eu me pergunto, o que é que eles tem de best?

Livia Nobrega, em 25/8/2009 09:45:06

O ACESSO A CULTURA E O PASSE LIVRE

 

 

              A muitos anos se discute o acesso `a cultura, a formação e identidade cultural, incentivos e providencias para que os jovens, em especial, garantam assentos em cinemas, teatros, shows e espetáculos de todo o gênero.

            O assunto e polemico, não regulamentado, pois enfrenta divergências de interesses, dos produtores, artistas e obviamente os estudantes.

            O fato e que através dos diversos debates, e informações, já se deveria ter um desfecho concreto sobre tema que interfere na economia da chamada “ Industria criativa” , na educação e formação dos jovens, principalmente da camada com menos poder aquisitivo, vinculados as escolas publicas, e do desenvolvimento cultural, importante para a lapidação do caráter humanístico e da sensibilidade ligada as artes e a cultura.

            Objetivamente,  uma das soluções seria a definição da meia entrada aos eventos culturais, da contrapartida de produções para as escolas da rede publica de ensino e de instituições não governamentais ligadas ao ensino de jovens carentes.

            Hoje o que existe e uma  panacéia ficiticia, ou melhor, “ eu finjo que engano e eu finjo que acredito”.

            Os preços dos ingressos são exorbitantes, 70% do que seria normalmente cobrado pela chamada inteira, concedendo-se desconto de 50%, ou seja, na verdade a meia entrada e a inteira, valor exorbitante, considerando a renda per capita na maioria dos estados brasileiros.

            A provável solução seria determinar o uso de cotas em espetáculos e sessões, designando numero adequado, de acordo com o tamanho médio das salas disponíveis ou proporcional do evento, para estudantes, mas também, idosos, portadores de necessidades especiais e outras exceções.

            No caso dos estudantes, a grande questão e o uso e a “ fabricação”  das carteiras de estudantes, geradas sem controle e fiscalização, o que dificulta a flexibilidade e a boa vontade dos produtores culturais no pais, que sem patrocínio, ficam impedidos de promover seus espetáculos.

            De outro lado, o governo, seja municipal, estadual ou federal, tem a obrigação constitucional de contribuir, seja com legislação eficaz, seja com fiscalização e intervenção, estabelecer parâmetros para resolver questão espinhosa e delicada, que envolve poder e movimentação econômica de milhões de reais.

            Muitas conversas já houveram entre as varias instituições ligadas a sociedade civil, empresários, instituições de ensino, mas ate agora nenhuma solução pratica, ficando tudo como antes.

            Com o anuncio do Governo do Distrito Federal em financiar o passe livre para 1.3 milhoes de estudantes, quem sabe, não e também momento para dar um desfecho a meia entrada, a regulação do acesso a cultura, garantindo cidadania e dando exemplo ao Brasil, este e também papel da Capital da Republica, dar exemplo e ate ser um laboratório de cidadania e democracia.

Ricardo Marques, em 21/8/2009 18:51:25


CADÊ OS DCE’s?

Hoje, com todo o trabalho que a equipe do “jornal o universitário” tem feito para passar informações cada vez mais atrativas para o público universitário, entramos em uma má situação na hora de unir os estudantes das demais faculdades e universidades de Brasília. Em busca dos DCE's (Diretório Central dos Estudantes) das Instituições de Ensino Superior da capital, descobrimos que os mesmos encontram-se em extinção. Eles que em grande maioria das vezes foram às peças principais dos movimentos estudantis fazendo a historia do Brasil.
As faculdades em sua maioria não tem mais a tradicional Central dos Estudantes, uma delas, a universidade Católica de Brasília que já foi referência em sua equipe de DCE fazendo vários atos em prol dos alunos, descobrimos que o mesmo não existe, nossa equipe ligou na instituição três vezes para confirmar algo que ainda esta inacreditável.
Os únicos DCE's que encontramos foi o do UniCEUB no qual preside  o aluno Kaká Guimarães e o  da UNB que neste começo de mês teve sua grande eleição. Na qual a chapa “Pra fazer diferente” foi eleita, porém o novo DCE da UNB escolheu não centralizar as atenções a um único presidente e sim decidiram colocar cinco coordenadores gerais para lutarem pelos direitos dos alunos.
Agora resta saber onde estão os diretórios estudantis das instituições. Será que os alunos que não estão interessados ou as instituições é que estão evitando a criação dos mesmos?

Levy Brandão, em 20/8/2009 12:36:24


 

Ta difícil ser fiel no pagamento do Fies.

O Fies (programa do governo federal que financia os estudos de alunos que não têm condições de arcar com todos os custos da faculdade) , que é visto como uma oportunidade para pessoas sem condições financeiras bancar seus estudos, pode se transformar em um grande trauma após o curso .
Tais contratos são efetuados junto a Caixa Econômica Federal que hoje possui cerca de 50 mil estudantes brasileiros de baixa renda que precisaram financiar seus cursos por meio do Programa.
Porem grande parte desses estudantes estão inadimplentes.  Números apresentados pelo Correio Brasiliense mostram que 10,7% dos contratos estão inadimplentes há mais de um ano na Caixa.
Isso é algo que deixa uma grande preocupação para pessoas que estão no inicio de sua carreira profissional, fazendo com que muitos já entrem no mercado de trabalho desanimado com uma grande divida, que devido a juros abusivos fica algo muito difícil para estudantes que acabaram de sair da faculdade pagarem, sendo muitos ainda nem conseguiram um emprego.
Foi criado o movimento “Fies Justo“ Liderado Daniela Pellegrini, Formada em direito, ela deve pouco mais de R$ 20 mil e está na Justiça para tentar renegociar a dívida.  Para ela o desejo é que o governo estude um plano que  permita pagar a dívida.
Já o senador Cristovam Buarque um dos conselheiros do Jornal o Universitário acredita que  “O justo seria cobrar 1% do salário, e só se o beneficiário conseguisse emprego”.  Ele defende ainda que os cursos nas áreas em que o Brasil é mais deficitários, como licenciaturas e medicina da família, sejam pagos integralmente pelo governo.

Levy Brandão, em 20/8/2009 12:31:57


CADÊ A IDEOLOGIA DA UNE?


Estive no 51º Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes) que foi realizado nos dias 15 a 19 de julho aqui em Brasília, o qual teve a presença de cerca de 10.000 estudantes dos demais estados do Brasil.
O evento que é organizado anualmente, desta vez teve até a presença do Presidente Lula sendo um grande marco na história da UNE, a primeira vez que um presidente da república vai em um congresso da entidade.
Porém, o que chamou a atenção não foi isso, e sim a postura da entidade ao se tratar das corrupções que estão acontecendo no senado atualmente, e justamente com um grande companheiro de Lula, o senador Jose Sarney(PMDB-AP), e a União Nacional dos Estudantes não citar e nem se manifestar.
No inicio ate que poucos estudantes gritavam “fora Sarney”, porem o discurso faltava mudar completamente com a chegada do presidente Lula, que é um dos apoiadores do presidente do senado, mesmo chamando todos os senadores no qual Sarney preside de pizzaiolos.
Não estou aqui para reclamar do apoio deles para com o presidente da república, pois realmente isso é bom, ate que enfim a famosa Une apoia um presidente, mas sim tentar ter a resposta do porque não debater com o Presidente o motivo dele apoiar José Sarney .
Fora os seus novos estilos de manifestações que já não foram os de combater a corrupção, mostrar suas opiniões e sim lutar contra a CPI da Petrobras, vai ver o motivo era porque a estatal era uma das grandes patrocinadoras do evento.
Isso tudo me levou a entender que aquela Une que sempre gritou “Fora Collor, Fora FHC, Fora Pitta”, agora não se passa de apenas um movimento estudantil em prol do Presidente ou seja, a entidade foi vendida.
Aonde nossa juventude estudantil vai parar? A ideologia foi vendida e eu nem fui consultado, fiquei sabendo através da mídia que nosso real propósito de encarar aqueles que estão no poder simplesmente morreu.
Nossos pais lutaram para que houvesse democracia, liberdade de expressão, e o resultado desta luta estamos vendo hoje, temos democracia? Sim, liberdade de expressão? Temos também, mas para que expressarmos nosso real sentimento se podemos ficar calado enquanto o governo nos subsidia e toma a rédeas do poder.

Andre Ribeiro, em 20/8/2009 12:30:30

Universidade do Magisterio

Os dados do último censo escolar mostram a tragédia de uma hemorragia no organismo do Brasil: a redução no número de jovens que buscam a carreira do magistério nas nossas universidades. A continuar nesse rumo, o Brasil terá o agravamento da anemia intelectual que nos caracteriza. Em um mundo competitivo, isso significa a anemia na economia, na cultura, na vida social. Sem uma boa educação de base, não teremos uma boa universidade, porque desperdiçaremos os cérebros excluídos por falta de boa qualidade nos primeiros anos de educação. Mas sem uma boa universidade, não teremos boa educação de base, por falta de bons professores; esse é o círculo vicioso da hemorragia intelectual do Brasil.

A culpa está na falta de prestígio da carreira do magistério, por causa dos baixos salários, das vergonhosas condições de trabalho, da violência a que são submetidos os professores e da falta de adaptação da escola atual às necessidades e gostos das novas gerações. Mas a culpa está também na estrutura universitária, que não produz os profissionais de que o país precisa, nem com a qualificação necessária.

A universidade deve formar uma elite intelectual que se ponha a serviço do país, da população e da Humanidade.

A formação de professores é uma prioridade fundamental.

Mas não é só isso. Nossa elite é pobre intelectualmente, minúscula numericamente e alienada socialment e . F o r m a m o s u m a e l i t e m u i t o aquém do potencial de nossa população; e sem profissionais nas especialidades de que precisamos, em quantidade e qualidade, especialmente professores.

Entretanto, a criação de mais universidades não aumentará o número de professores, nem melhorará a qualidade na formação deles. Os alunos dessas universidades continuarão preferindo outras carreiras e as universidades continuarão mantendo uma estrutura sem vínculos com a educação de base.

Em vez de mais universidades similares às atuais, o círculo vicioso da hemorragia intelectual pode ser quebrado pela criação de uma "universidade" diferente das atuais.

Uma Universidade do Magistério que consistiria simplesmente de uma estrutura administrativa, com as funções de definir o número de estudantes necessários para preencher a anemia de professores; selecionar os estudantes especificamente para as carreiras de magistério, no número necessário a cada especialidade para os próximos anos; selecionar universidades e faculdades com qualidade, sejam estatais ou particulares; e financiar os estudos desses jovens, incluindo salários durante a formação.

A Universidade para o Magistério definiria o número de alunos conforme a necessidade do sistema educacional, teria uma pequena estrutura para selecionar os alunos e as faculdades com qualidade onde eles estudariam; financiaria os cursos; e pagaria um salário para os alunos. O diploma de cada formando seria assinado pela universidade onde estudou e pela Universidade do Magistério, ambas controlariam a qualificação.

Com uma pequena estrutura basicamente administrativa, a Universidade do Magistério começaria de imediato, ajustada às necessidades de profissionais deste momento, aproveitando o imenso potencial já existente na universidade brasileira, ajustando-a às exigências atuais.

Uma proposta parecida foi oferecida pelo Ministério da Educação, em 2003, à Presidência da República, para formar professores e outros profissionais. Essa foi a sugestão dada também para a nova universidade orientada a estudantes vindos de países pobres. Os alunos seriam selecionados e distribuídos nas universidades já existentes, e com estruturas consolidadas.

A Universidade do Magistério teria a flexibilidade de aumentar ou reduzir o número de alunos de cada especialidade, conforme a demanda; aproveitar o potencial universitário de qualidade já disponível; evitar o custo de novas estruturas; permitir a dinâmica estrutural que o mundo moderno exige e, sobretudo, começar imediatamente, com a urgência de tratamento que as hemorragias exigem.

Cristovam Buarque, em 19/8/2009 16:38:25


O eustressado

Quem pensa que o estresse é uma coisa ruim, pode estar bem equivocado. Isto porque o estresse é uma reação normal, fisiológica do organismo, que denota a existência de sobrecargas nas atividades físicas ou mentais. Ou seja, o estresse é apenas um aviso ao corpo para que fique atento a tais mudanças. Mas isso não significa que essas mudanças que estão ocorrendo são necessariamente ruins, uma vez que existem mudanças boas. Por exemplo, quando nos apaixonamos, muitas coisas acontecem no corpo, principalmente, quando vemos a pessoa desejada. O coração acelera, o rosto enrubesce, as pernas tremem e, por aí vai. Essas reações não são ruins, são boas, saudáveis e aprazíveis.
O estresse é uma reação neutra e, como tal, sujeita a tornar-se positiva ou negativa. Torna-se negativo quando ultrapassa o limite da capacidade humana de manter o bom senso e o equilíbrio, causando, com isso, distúrbios orgânicos que variam desde uma simples dor de cabeça à doenças psicossomáticas. Esta fase é chamada de distresse, o estresse ruim. É neste ponto que o indivíduo necessita de ajuda médica, sob o risco de agravamento dos sintomas que podem, em muitos casos, levar o indivíduo a óbito. A grande causa do distresse é a pressão sofrida diariamente, no trabalho, na escola, em casa e etc., muitos, por não saberem lidar com cobranças, acabam abalando o sistema emocional, gerando conflitos mentais refletidos no corpo.
Torna-se positivo quando os fatores envolvidos são as expectativas de novos negócios, novas conquistas, ou seja, quando estamos motivados para iniciar um novo projeto, abrir uma nova empresa, fazer um curso para dominar uma área específica na empresa e com isso, conseguir uma promoção e coisas assim. Esta fase é chamada de eustresse, o estresse bom. Nesta fase, é normal ver animação, vibração e bom astral. O indivíduo eustressado produz mais, pois está envolvido com a alma nessa atividade.
A boa noticia é que quando estamos eustressados não perdemos oportunidades nem rejeitamos desafios, pelo contrário, estamos sempre em busca de novas oportunidades para mostrar nossa capacidade de mudar situações. O eustressado às vezes é confundido com o estressado, mas o sintomas são claros. O estressado está sempre mau humorado, cabisbaixo, revoltado e doente. O eustressado está sempre sorrindo, disposto, animado e altivo. As diferenças são claras, e você pode fazer uma auto-análise. Se estiver estressado, procure um médico e cuide da saúde, mas se estiver eustressado, vá em frente, você terá 100% de sucesso

Natal Furucho, em 18/8/2009 13:18:49


A arte de vender!
 
Ouço frequentemente pessoas referindo-se a profissão de vendedor como sendo uma arte e, por isso, sempre que faço palestras tenho a necessidade de explicar o que significa o termo arte. Do latim ARS, e significa habilidade. Geralmente é entendida como a atividade humana relacionada às manifestações de ordem estética, que é expressa por artistas através de emoções, percepções ou ideias. Percebeu? Vender não é uma arte! vender não é uma manifestação artística é na verdade uma ciência exata, um conjunto de regras que aplicadas corretamente terminarão em negócios fechados.

A profissão de vendedor é uma das atividades mais antigas do mundo ficando atrás apenas da prostituta, do agricultor e do caçador. Hoje, posso afirmar sem medo de errar que não há profissão mais importante e mais necessária do que essa. Ela está presente em todos os ramos de atividades, de forma que as empresas ou comercializam produtos ou comercializam serviços. No entanto, mesmo sendo uma atividade antiquíssima e extremamente necessária, ainda vejo pessoas dizendo que não servem para o ramo.

Ora, se você não sabe vender como pode crescer e prosperar? Tudo nesta vida é uma venda. Quando você trabalha para alguém está vendendo seus serviços, então pare com essa história de que não nasceu para ser um vendedor. Lembre-se que empregado ou patrão ambos são vendedores, um de produtos ou serviços e o outro de si mesmo. Portanto, querendo ou não você é um vendedor. Não dá para fugir desta realidade, assuma uma nova posição e parta para o ataque. Já que não dá para dessa, faça tudo que puder para ser o melhor.

A boa notícia é que como vender não é uma arte, e, sim, uma ciência, qualquer pessoa por mais incauta que seja pode tornar-se um grande vendedor. tudo vai depender da escolha pessoal que for feita. Mas, lembre-se que a diferença entre os vencedores e os perdedores é a forma como se posicionam diante dos desafios. Uns, limitam-se a imputar aos outros suas fraquezas, outros assumem seus erros, conserta-os e seguem adiante.

E, não se esqueça! para se alcançar 100% de sucesso é preciso muito mais que boa vontade ou esforço. É, preciso acreditar em si mesmo, valorizar-se, planejar e seguir avante.
Natal Furucho, em 18/8/2009 13:13:30

Pense Nisso

Dos livros que viram filmes...                                                                                                          

“O primo Basílio”, “Anna Karenina”, “Ensaio sobre a cegueira” “Germinal” e mais uma infinidade

de outros títulos literários que viram filmes.

O escritor alemão (e de mãe brasileira!) Thomas Mann, já dizia que na ficção, quem tem uma família e quer escrever não precisa criar outra, mas escrever sobre a sua própria. Da mesma forma, a literatura universal é tão rica que permitiria que os diretores de cinema fizessem filmes indefinidamente sem necessidade de criar um roteiro. Bastaria adaptar a literatura já existente.

O cinema enquanto veículo de comunicação de massa possui a vantagem de chegar onde a literatura (que está longe ainda de ser um meio democrático na América Latina) não chegou. É o caso de muitas pessoas que não tem noção, por exemplo, da existência de um livro, chamado”Lolita” e publicado em 1955 pelo escritor russo Vladimir Nabokov, mas que com certeza já assistiram a alguma das versões cinematográficas da história.

A linguagem cinematográfica parte do pressuposto de que a imagem é superior a outros tipos de linguagem e por isso é capaz de saciar a necessidade de informação.

A linguagem imagética, entretanto não torna explícito diversos detalhes esboçados no livro, justamente pela dificuldade de sintetizar uma ideia escrita por um ícone.

Prova disso é o fracasso de mini séries como “Os Mais” e “Capitu”, que não conseguiram suprir com imagens todo o estilo descritivo dos escritores realistas Eça de Queiróz e Machado de Assis. 

Assim, prestigiar o filme é ótimo!... para complementar o que já se leu ou para convidar o cinéfilo a se aventurar pelas páginas do que serviu de inspiração às telas.

Não se trata aqui de tentar convencer o leitor a acreditar em uma pressuposta superioridade da literatura sobre o cinema. Ambos são arte. Ambos são expressão da cultura. O que se pretende aqui é apenas realizar um chamado à literatura, até mesmo por questões de comparação.

E você? O que é que você pensa sobre isso?

Livia Nobrega, em 18/8/2009 10:51:47

Terror do Futuro

O mundo está assustado com a possibilidade de um futuro de terror, quando os terroristas dispuserem de armas de destruição em massa, mas não percebe o terror do futuro que viveremos adiante, quando as profecias ecológicas e sociais se confirmarem. Mais do que um futuro de terror, precisamos temer o terror do futuro de uma civilização incapaz de reorientar seu destino, que caminha rumo ao seu próprio fim. Um terror do qual seremos as vítimas, embora nos comportemos como os terroristas, preparando nosso suicídio.

Nos últimos anos, o terrorismo tem sido identificado como prática dos muçulmanos. Mas não podemos associar o terror ao islamismo, nem considerá-lo ação exclusiva de mulçumanos. Devemos, sem dúvida, lutar contra todas as formas e dimensões de terror, mas nenhuma civilização tem autoridade moral para identificá-lo com o Islã. Mesmo porque, no passado, muitas pessoas, de outras religiões e ideologias, cometeram atos insanos de terror.

O terrorismo já foi apoiado pelas autoridades do catolicismo, na época das Cruzadas, quando atrocidades foram cometidas contra os povos árabes nos países do Oriente Médio. Terríveis maldades também foram cometidas na própria Europa, pelo terrorismo de Estado e da Igreja, na época da Inquisição. A Inquisição foi uma forma de terror que, em vez de explodir, queimava as vítimas. Como foi terror, em nível de genocídio, o que o europeu Adolf Hitler cometeu contra milhões de judeus. O bombardeio aéreo de cidades inteiras também foi uma forma de terrorismo. Pode haver uma diferença técnica entre o avião pilotado por suicidas, enviado por líder fanático para chocar-se contra um prédio, e o avião que despeja bombas por ordem de um líder eleito, mas a dimensão do terror é a mesma. O terror foi ainda maior quando as bombas liberadas por esses pilotos eram atômicas, mesmo sob o argumento de acabar com a guerra.
Ninguém deve tolerar que um grupo de pessoas, em nome de causas religiosas ou políticas, leve um avião a se chocar contra um prédio, assassinando milhares de pessoas, como aconteceu no histórico 11 de setembro. Mas ninguém pode usar este gesto, cometido por um grupo de terroristas, para condenar todos os que praticam o mesmo credo religioso ou a mesma ideologia política.

O maior de todos os terrorismos foi cometido durante quatro séculos, em campos de concentração flutuantes, que transportaram 10 milhões de africanos, escravizados com a finalidade de dinamizar a economia do continente americano. Nossa civilização democrática, rica, moderna, ocidental, foi construída com base numa covarde forma de terrorismo. E essa mesma civilização nos encaminha, hoje, para um futuro aterrorizante. Estamos caminhando para um desastre de proporções superiores a todos os atos terroristas cometidos no passado. Muito pior do que um futuro de terror, com armas de destruição em massa nas mãos de fanáticos, é o terror do futuro que temos à frente, uma bomba-relógio prestes a explodir, que será detonada pela voracidade do consumo do qual todos participamos, como homens-bomba armados de cartões de crédito.

Vivemos o terror ecológico, que ameaça elevar o nível dos mares, inundar o litoral de todos os países, aquecer todo o planeta, desarticular toda a agricultura, provocar fome generalizada. Existe o terror de que a desigualdade social cresça ao ponto de se transformar em dessemelhança entre seres humanos, criando uma subespécie superior e outra inferior, fazendo desaparecer o próprio conceito de genocídio, pois as massas assassinadas não serão mais vistas como semelhantes. Existe até mesmo o terror assustador – embora invisível – do vazio de idéias e propostas para o futuro, que acirra o individualismo até a destruição do sentimento de solidariedade.

Esse futuro de terror, mais do que um futuro de terrorismo, foi o sentimento comum dos diversos participantes do seminário promovido pela Academia da Latinidade, em Oslo, no final de fevereiro, juntamente com o Instituto Nobel e a Academia de Ciências e Letras da Noruega.

Cristovam Buarque, em 5/8/2009 12:10:57

1 a 12 de 12
exibir por página
primeiro   anterior   próximo   último