Colunistas
Colunistas:|
Estou com vergonha da polÃtica da minha cidade
Dessa vez ninguém escapou foi o Governador recebendo e distribuindo dinheiro ilícito, o vice- governador, secretários de estados e deputados da câmara legislativa, que por sua vez tem o objetivo de legislar e aprovar as ações do executivo. Porém essa semana nós descobrimos que não funciona bem assim. Realmente era muito dinheiro que precisava até guardar dentro das meias, como foi visto nas imagens divulgadas pela justiça. Em nota o governador José Roberto Arruda e o Paulo Octavio ainda querem se declarar vítimas querendo colocar a culpa desse problema todo no governo passado, não que o governo passado não tenha culpa, pois para dizer a verdade também não gosto do governo passado, mas eles se utilizarem disso para se colocarem como vitima, é muita falta de respeito com a população. É uma vergonha como tantos políticos no qual a população confiou seu voto, mostrou sua verdadeira face. Realmente chegou a hora de discutir ética em nosso país, e ensinar a população a votar em candidatos éticos, e não em candidatos que já vem de uma serie de escândalos como exemplo do governador Arruda que a população acreditou nele mesmo quando ele jurou pelos filhos que era inocente, e mesmo ele renunciando ao senado a população ainda o elege ele governador. Dessa vez acho que ele não vai poder jurar pelos filhos, pois o filho também aparece nas imagens pegando dinheiro. Chegou a hora da população varrer a política de Brasília, colocando ética e se livrando de políticos que já vem de um histórico de roubos e corrupção. Sou ético só voto em candidato com a ficha limpa. |
| Levy Brandão, em 30/11/2009 09:03:08 |
|
Campanha Ficha Limpa, um grande avanço para o Brasil
No dia 30 de setembro, foi entregue ao Congresso Nacional um grande projeto de lei de iniciativa popular com mais de 1,3 milhões de assinaturas. O PL que trata da vida pregressa dos candidatos foi intitulado Campanha Ficha Limpa do MCCE (Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral). |
| Levy Brandão, em 13/10/2009 11:00:41 |
|
Dos livros que viram best... Best o que?
Histórias instigantes, linguagem simples, leitura fluida e personagens envolventes. Com um leque de atrativos desse porte, dá O hábito de ler best-sellers não faz mal a ninguém, afinal, para aqueles para quem a leitura é apenas um hobbie, qualquer coisa vale (se até mesmo aqueles livrinhos de histórias de amor à la Sabrina já valeram). Muitas crianças aprendem a gostar de ler justamente por meio de títulos como Harry Potter e Crepúsculo, séries que arrecadam milhões prendendo o interesse do leitor o máximo de tempo possível ou até a exaustão da criatividade do autor. Mas se a leitura vale à pena como hobbie, por que é que não valeria à pena se aprofundar no que é lazer e acumular um pouquinho do chamado background? Ler um best-seller é bom e principalmente válido para intercalar leituras pesadas, como a russa. Mas ficar só neles, limitar a leitura apenas aos mais vendidos e fazer vista grossa para a literatura universal, significa deixar de destrinchar um universo riquíssimo de recursos literários que os best, simplesmente não tem. Na atualidade, quem domina o filão dos mais vendidos são os livros de auto ajuda e motivação profissional (ou as duas coisas, já que na tentativa de vender mais não se sabe ao certo onde termina um e começa o outro, tamanha a mistura que a literatura com cunho comercial já ganhou). Quem é que já não se acostumou a ouvir, de alguém próximo ou espiando uma conversa de rua, que o livro de cabeceira do momento é de Augusto Cury? Costumo sempre ler antes de criticar, mas se fala tanto nos rios de dinheiro que o autor tem ganhado com a venda de suas “pérolas de sabedoria”, que não me sinto lá muito atraída para me aventurar nesse mundo recheado de bordões do tipo “você é capaz” e “quando você deseja algo o universo conspira a seu favor”. Vou engrossar a lista dos críticos que quase se contorcem quando alguém chama auto ajuda de literatura ou diz ser aficionado por livros, pois na sua estante não falta Paulo Coelho e afins. Separando bem as caixas, esse universo ficcional criado para ganhar dinheiro eu chamo de subliteratura. E aquilo que precisa ser salvo, redescoberto e resguardado, isso sim é literatura. Não me sinto das mais atraídas ao pensar que um livro foi feito única e exclusivamente com fins comerciais. Isso significa que escritores de verdade, não queriam ganhar dinheiro com seus livros? Não, não significa não. Claro que eles também intencionavam poder viver com e de arte. Mas o ímpeto da criação artística de um Machado de Assis, José de Alencar, Lima Barreto, não estava somente nas vultuosas somas que iriam ganhar. Outrora não se ganhava tanto fazendo literatura, cultura e arte. Até hoje nada mudou. Não se ganha dinheiro com literatura, para isso existe a subliteratura, o livro que funciona, que vende, que vai para as listas de mais vendidos, que fica na boca do povo meses seguidos... mas, e a qualidade? Ah, esta já deixou de ser importante nesse setor há muito tempo. E é aí que eu me pergunto, o que é que eles tem de best? |
| Livia Nobrega, em 25/8/2009 09:45:06 |
|
O ACESSO A CULTURA E O PASSE LIVRE
A muitos anos se discute o acesso `a cultura, a formação e identidade cultural, incentivos e providencias para que os jovens, em especial, garantam assentos em cinemas, teatros, shows e espetáculos de todo o gênero. O assunto e polemico, não regulamentado, pois enfrenta divergências de interesses, dos produtores, artistas e obviamente os estudantes. O fato e que através dos diversos debates, e informações, já se deveria ter um desfecho concreto sobre tema que interfere na economia da chamada “ Industria criativa” , na educação e formação dos jovens, principalmente da camada com menos poder aquisitivo, vinculados as escolas publicas, e do desenvolvimento cultural, importante para a lapidação do caráter humanístico e da sensibilidade ligada as artes e a cultura. Objetivamente, uma das soluções seria a definição da meia entrada aos eventos culturais, da contrapartida de produções para as escolas da rede publica de ensino e de instituições não governamentais ligadas ao ensino de jovens carentes. Hoje o que existe e uma panacéia ficiticia, ou melhor, “ eu finjo que engano e eu finjo que acredito”. Os preços dos ingressos são exorbitantes, 70% do que seria normalmente cobrado pela chamada inteira, concedendo-se desconto de 50%, ou seja, na verdade a meia entrada e a inteira, valor exorbitante, considerando a renda per capita na maioria dos estados brasileiros. A provável solução seria determinar o uso de cotas em espetáculos e sessões, designando numero adequado, de acordo com o tamanho médio das salas disponíveis ou proporcional do evento, para estudantes, mas também, idosos, portadores de necessidades especiais e outras exceções. No caso dos estudantes, a grande questão e o uso e a “ fabricação” das carteiras de estudantes, geradas sem controle e fiscalização, o que dificulta a flexibilidade e a boa vontade dos produtores culturais no pais, que sem patrocínio, ficam impedidos de promover seus espetáculos. De outro lado, o governo, seja municipal, estadual ou federal, tem a obrigação constitucional de contribuir, seja com legislação eficaz, seja com fiscalização e intervenção, estabelecer parâmetros para resolver questão espinhosa e delicada, que envolve poder e movimentação econômica de milhões de reais. Muitas conversas já houveram entre as varias instituições ligadas a sociedade civil, empresários, instituições de ensino, mas ate agora nenhuma solução pratica, ficando tudo como antes. Com o anuncio do Governo do Distrito Federal em financiar o passe livre para 1.3 milhoes de estudantes, quem sabe, não e também momento para dar um desfecho a meia entrada, a regulação do acesso a cultura, garantindo cidadania e dando exemplo ao Brasil, este e também papel da Capital da Republica, dar exemplo e ate ser um laboratório de cidadania e democracia. |
| Ricardo Marques, em 21/8/2009 18:51:25 |
|
CADÊ OS DCE’s? Hoje, com todo o trabalho que a equipe do “jornal o universitário” tem feito para passar informações cada vez mais atrativas para o público universitário, entramos em uma má situação na hora de unir os estudantes das demais faculdades e universidades de Brasília. Em busca dos DCE's (Diretório Central dos Estudantes) das Instituições de Ensino Superior da capital, descobrimos que os mesmos encontram-se em extinção. Eles que em grande maioria das vezes foram às peças principais dos movimentos estudantis fazendo a historia do Brasil. |
| Levy Brandão, em 20/8/2009 12:36:24 |
|
Ta difícil ser fiel no pagamento do Fies. O Fies (programa do governo federal que financia os estudos de alunos que não têm condições de arcar com todos os custos da faculdade) , que é visto como uma oportunidade para pessoas sem condições financeiras bancar seus estudos, pode se transformar em um grande trauma após o curso . |
| Levy Brandão, em 20/8/2009 12:31:57 |
|
CADÊ A IDEOLOGIA DA UNE? |
| Andre Ribeiro, em 20/8/2009 12:30:30 |
|
Universidade do Magisterio
|
| Cristovam Buarque, em 19/8/2009 16:38:25 |
|
Quem pensa que o estresse é uma coisa ruim, pode estar bem equivocado. Isto porque o estresse é uma reação normal, fisiológica do organismo, que denota a existência de sobrecargas nas atividades físicas ou mentais. Ou seja, o estresse é apenas um aviso ao corpo para que fique atento a tais mudanças. Mas isso não significa que essas mudanças que estão ocorrendo são necessariamente ruins, uma vez que existem mudanças boas. Por exemplo, quando nos apaixonamos, muitas coisas acontecem no corpo, principalmente, quando vemos a pessoa desejada. O coração acelera, o rosto enrubesce, as pernas tremem e, por aí vai. Essas reações não são ruins, são boas, saudáveis e aprazíveis. |
| Natal Furucho, em 18/8/2009 13:18:49 |
|
A arte de vender!
Ouço frequentemente pessoas referindo-se a profissão de vendedor como sendo uma arte e, por isso, sempre que faço palestras tenho a necessidade de explicar o que significa o termo arte. Do latim ARS, e significa habilidade. Geralmente é entendida como a atividade humana relacionada às manifestações de ordem estética, que é expressa por artistas através de emoções, percepções ou ideias. Percebeu? Vender não é uma arte! vender não é uma manifestação artística é na verdade uma ciência exata, um conjunto de regras que aplicadas corretamente terminarão em negócios fechados. A profissão de vendedor é uma das atividades mais antigas do mundo ficando atrás apenas da prostituta, do agricultor e do caçador. Hoje, posso afirmar sem medo de errar que não há profissão mais importante e mais necessária do que essa. Ela está presente em todos os ramos de atividades, de forma que as empresas ou comercializam produtos ou comercializam serviços. No entanto, mesmo sendo uma atividade antiquíssima e extremamente necessária, ainda vejo pessoas dizendo que não servem para o ramo. Ora, se você não sabe vender como pode crescer e prosperar? Tudo nesta vida é uma venda. Quando você trabalha para alguém está vendendo seus serviços, então pare com essa história de que não nasceu para ser um vendedor. Lembre-se que empregado ou patrão ambos são vendedores, um de produtos ou serviços e o outro de si mesmo. Portanto, querendo ou não você é um vendedor. Não dá para fugir desta realidade, assuma uma nova posição e parta para o ataque. Já que não dá para dessa, faça tudo que puder para ser o melhor. A boa notícia é que como vender não é uma arte, e, sim, uma ciência, qualquer pessoa por mais incauta que seja pode tornar-se um grande vendedor. tudo vai depender da escolha pessoal que for feita. Mas, lembre-se que a diferença entre os vencedores e os perdedores é a forma como se posicionam diante dos desafios. Uns, limitam-se a imputar aos outros suas fraquezas, outros assumem seus erros, conserta-os e seguem adiante. E, não se esqueça! para se alcançar 100% de sucesso é preciso muito mais que boa vontade ou esforço. É, preciso acreditar em si mesmo, valorizar-se, planejar e seguir avante. |
| Natal Furucho, em 18/8/2009 13:13:30 |
|
Pense Nisso
Dos livros que viram filmes... “O primo Basílio”, “Anna Karenina”, “Ensaio sobre a cegueira” “Germinal” e mais uma infinidade de outros títulos literários que viram filmes. O escritor alemão (e de mãe brasileira!) Thomas Mann, já dizia que na ficção, quem tem uma família e quer escrever não precisa criar outra, mas escrever sobre a sua própria. Da mesma forma, a literatura universal é tão rica que permitiria que os diretores de cinema fizessem filmes indefinidamente sem necessidade de criar um roteiro. Bastaria adaptar a literatura já existente. O cinema enquanto veículo de comunicação de massa possui a vantagem de chegar onde a literatura (que está longe ainda de ser um meio democrático na América Latina) não chegou. É o caso de muitas pessoas que não tem noção, por exemplo, da existência de um livro, chamado”Lolita” e publicado em 1955 pelo escritor russo Vladimir Nabokov, mas que com certeza já assistiram a alguma das versões cinematográficas da história. A linguagem cinematográfica parte do pressuposto de que a imagem é superior a outros tipos de linguagem e por isso é capaz de saciar a necessidade de informação. A linguagem imagética, entretanto não torna explícito diversos detalhes esboçados no livro, justamente pela dificuldade de sintetizar uma ideia escrita por um ícone. Prova disso é o fracasso de mini séries como “Os Mais” e “Capitu”, que não conseguiram suprir com imagens todo o estilo descritivo dos escritores realistas Eça de Queiróz e Machado de Assis. Assim, prestigiar o filme é ótimo!... para complementar o que já se leu ou para convidar o cinéfilo a se aventurar pelas páginas do que serviu de inspiração às telas. Não se trata aqui de tentar convencer o leitor a acreditar em uma pressuposta superioridade da literatura sobre o cinema. Ambos são arte. Ambos são expressão da cultura. O que se pretende aqui é apenas realizar um chamado à literatura, até mesmo por questões de comparação. E você? O que é que você pensa sobre isso? |
| Livia Nobrega, em 18/8/2009 10:51:47 |
|
Terror do Futuro
|
| Cristovam Buarque, em 5/8/2009 12:10:57 |

Nasci em Brasília e amo minha cidade, e é triste como a corrupção atacou o Distrito Federal nesta semana, colocando a capital do país como a mais corrupta politicamente do Brasil.
pra entender porque estes livros são chamados de best-sellers. Os best-sellers são aqueles livros que despontam por meses (e até mesmo anos) nas listas de mais vendidos, engrossando o número de leitores ávidos por histórias indicadas por amigos e enredos que ouviram falar por aí.
Os dados do último censo escolar mostram a tragédia de uma hemorragia no organismo do Brasil: a redução no número de jovens que buscam a carreira do magistério nas nossas universidades. A continuar nesse rumo, o Brasil terá o agravamento da anemia intelectual que nos caracteriza. Em um mundo competitivo, isso significa a anemia na economia, na cultura, na vida social. Sem uma boa educação de base, não teremos uma boa universidade, porque desperdiçaremos os cérebros excluídos por falta de boa qualidade nos primeiros anos de educação. Mas sem uma boa universidade, não teremos boa educação de base, por falta de bons professores; esse é o círculo vicioso da hemorragia intelectual do Brasil.
O eustressado